E se tivesse um cabide que amplifica o som do seu celular? É, inventaram

Sem usar energia elétrica, aparelho aumenta em até 12 dB o volume da música

Por

Protótipo do cabide acústicoSe você é daqueles que canta a plenos pulmões no chuveiro, essa invenção deve interessá-lo. O engenheiro mecânico e design Alvaro Pontes desenvolveu um aparelho batizado de Cabide Acústico Bell, que, sem energia elétrica, nem baterias, amplifica o som do seu celular em 12 dB e, ao mesmo tempo, serve de cabideiro para toalhas.

“O projeto é parte da intenção em desenvolver mobiliários e objetos para casa que se integrem ao cotidiano digital de nosso tempo. A inspiração veio da vontade de poder ouvir músicas no celular sem fones de ouvido e de maneira descomplicada, sem se preocupar com fios, uso de baterias ou problemas com a umidade do banheiro ou cozinha”, explica Pontes.

Ainda segundo ele, a invenção, uma das finalistas do Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio, terá duas versões: a primeira para aparelhos com saída de som na parte inferior, como todos os modelos de iPhone e a maioria da Samsung; a segunda para celulares com falantes na parte frontal e traseira, como as linhas Moto G, da Motorola, e Lumia, da Microsoft.Protótipo do cabide acústico por dentro

Bom, é isso, em um futuro próximo você poderá cantar muito (mas muito mais) alto no banheiro. Ah, e na conversa descobrimos que o Pontes tem outras invenções modernosas, que nada tem a ver com música, mas valem a curiosidade, se liga no portfólio do cara

ps: isso me lembra um artigo que publicamos há muito tempo sobre futuras formas de ouvir música, algumas delas bem bizarras, por sinal, dá uma olhada clicando aqui.

Inscreva-se no Moozyca

Leia também

Pela música, dormi na rua. Quem nunca?

Criador da música por biocomputador revela obra exclusiva ao Moozyca

"A paz, como a música, é uma necessidade universal”

30 anos de Os Mulheres Negras! “O Gordo e o Magro” da música brasileira

"Artista tem que dar murro em ponta de faca até aprender"

Como será o bolachão do futuro?

Pesquisadora italiana fala ao Moozyca: "música triste faz bem"

O baile jamaicano-tupiniquim da OBMJ


Inscreva-se no Moozyca