5 músicas que deram o que falar no Moozyca em 2015

Reunimos canções que mais repercutiram no Moozyca em 2015

O jazz dark e psicodélico de Michael Wollny também causou furor nos leitores. O post no Moozyca fala sobre a carreira do pianista alemão que está aterrorizando a Europa com sua música.

Ah, 2015. Ano fatídico. Fantástico para uns, péssimo para outros. No meio desse turbilhão de acontecimentos, o Moozyca trouxe centenas de artigos sobre os mais variados estilos musicais. Do rock ao samba, sem fronteiras, sem amarras. Só música, desde que boa. E, para fechar o ano com chave de ouro, resolvemos elencar as canções dos posts que mais repercutiram nesta temporada. Se liga na seleção, amig@s:

1 – Pedro Sorongo | Água Viva / Dentro da Selva

O artigo de Daniella Drusian Gomes sobre o místico disco do brasileiro Pedro Sorongo, que até hoje toca em festas em todo o mundo e teria sido o precursor do afrobeat, foi sem dúvida a pérola do ano! O som é incrível, você vai ficar de cara, saca só:

 

2 - Michael Wollny |Der Wanderer

O jazz dark e psicodélico de Michael Wollny também causou furor nos leitores. O post no Moozyca fala sobre a carreira do pianista alemão que está aterrorizando a Europa com sua música. Antes de ouvir essa canção, esconda as facas, os remédios tarja-preta e as cordas para sua segurança.

 

3 – War | Slippin Into Darkness

O post que reuniu as versões originais de samples utilizados pelo Racionais MC’s foi outro que teve grande repercussão neste ano. O destaque, sem dúvida, vai para Slippin Into Darkness, da banda norte-americana de Black Music, War!  Ah, um detalhe: a parte que os Racionais usaram começa em 1min50s. Se liga na sonzeira:

 

4 – Moacir Santos | Coisas

O alucinante álbum “Coisas”, de Moacir Santos, foi descrito por Vinicius Coppi como o mais belo álbum do maestro. É o primeiro disco do compositor e seu lançamento data de 1965... “Coisas” é um álbum instrumental carregado de jazz e influências africanas. Olha a viagem:

 

5- Me Bowa Ya |Mekongo

Em sua estreia no Moozyca, o Mano Réu deu uma dica imperdível: a coletânea Sound D'Afrique – que reuniu artistas de países como Camarões, Costa do Marfim, Burkina Fasso, Zaire, Senegal e Congo. Então, para finalizar, vamos de Me Bowa Ya, a obra-prima do camaronês Mekongo.

Inscreva-se no Moozyca

Leia também

Como a música fala sobre a epidemia de ebola?

45 anos de Ipanema Beat, uma pérola rara de Rosinha de Valença

“Quero a música do oprimido”, afirma DJ Mukambo de Bruxelas

Já sabe o que ver na Virada Cultural deste fim de semana?

Rota alternativa: três coisas que você não viu na virada cultural

O guitarrista mais rápido do oeste

Mocho Diablo desfibrila o grunge autoral no Brasil

"A paz, como a música, é uma necessidade universal”


Inscreva-se no Moozyca