Dica do Réu: Circle of One marcou o auge de Oleta Adams

Não conhecia o trampo dela, e comprei esse disco no Rio de Janeiro, pra falar a verdade, mais pela capa mesmo

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Além da bela voz, ela ainda faz o piano de algumas faixas do álbum – por sinal, as melhores

Salve, salve, galera! A partir de agora minhas resenhas serão publicadas às terças, anota aí. Bom, vamos direto ao ponto. Semana passada estava ouvindo o álbum Circle of One, da Oleta Adams, e resolvi escrever sobre ele.

O disco, em minha opinião, marca o auge da cantora, que teve o ápice da carreira no início da década de 1990. Circle of One é de inspiração ímpar e contou com uma produção impecável. O som é um misto de soul com um jazz delicado, gostoso de ouvir e que aquece a alma.

Carregado no piano, o álbum tem ótimos arranjos; o grave da cantora é um caso a parte – aliás, vale a pena conferir a "Every thing must chance". A faixa I’ve Got a Right, que tem um solo fenomenal de sax, também vale destaque.

Não conhecia o trampo dela, e comprei esse disco no Rio de Janeiro, pra falar a verdade, mais pela capa mesmo. E acertei. O conteúdo é de primeira, amigos! Se você não conhece, procure conhecer. Ah, além da bela voz, ela ainda faz o piano de algumas faixas do álbum – por sinal, as melhores.

Se delicie:



Ah, tem mais...

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